Não quero desta vida aquilo,
O que todos esperam e desejam;
Quero ser lembrado;
Não como o que seremos;
Mas como o louco que fui e sou;
Louco sim, pois poucos são os loucos dessa vida;
Loucos por saber, por ver;
Loucos por desejar, estar e ser;
Louco de tantos modos;
Que não seu se sou louco
Mas sou louco para ser louco nessa vida.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Tolos com amor
Não escreverei mais sobre o amor;
Pois dos sentimentos é o mais bruto;
Pervertido na mão do homem;
Possessivo nas mãos de uma mulher;
Sentimento cruel que atordoa;
Bruto, sujo tantas vezes vulgar!
Pois quem nunca foi estúpido ao amar?
Que de tanto amar não soube falar;
Tantas vezes falara descabidamente;
Quem nunca engasgou nas despedidas;
E tantas vezes de admirar foi ao chão;
Mas quantos destes tolos não são doces?
Daqueles que nas trapalhadas são íntegros;
Que mesmo nos maus momentos tem afeto;
Pois dos sentimentos é o mais bruto;
Pervertido na mão do homem;
Possessivo nas mãos de uma mulher;
Sentimento cruel que atordoa;
Bruto, sujo tantas vezes vulgar!
Pois quem nunca foi estúpido ao amar?
Que de tanto amar não soube falar;
Tantas vezes falara descabidamente;
Quem nunca engasgou nas despedidas;
E tantas vezes de admirar foi ao chão;
Mas quantos destes tolos não são doces?
Daqueles que nas trapalhadas são íntegros;
Que mesmo nos maus momentos tem afeto;
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