quarta-feira, 4 de maio de 2011

Quero mudar esse lugar...
Não sei o que fazer a respeito... posso perguntar para meus quatro seguidores?
Tudo que escrevi até agora não passou de pensamentos mais meus que de todos aqueles que leram, talvez por esse motivo nunca deveria te-los compartilhado...

domingo, 7 de março de 2010

Outro lugar

Meu ser voou para outras paragens bem longe de meu espirito;

Voou para talves não mais voltar abandonou a alma e meus pensamentos

No interior do continente onde a brisa do mar não sopra. Haa!

Egoistas este meu ser que parte sem espirto, para longe

Deixando a alma, coração e pensamentos no ninho onde nasceu

Deixou o ninho para conhecer o mar e quem sabe nunca mais voltar

Porque escrevo?

afinal porque?
nesses ultimos dias me questionei quanto ao motivo de ter escrito, na verdade não sei realmente o motivo apenas sei que escrevi aquilo que eu não queria por perto, coisas que brotavam na minha mente e como mudas creciam tomando forma se enraizando, acontece que depois de algum tempo os pensamentos, esses em especial, crescem demais e devemos poda-los ou platan-los em outro lugar, no meu caso platei-os em cada um que leu meus sonetos e puderam sentir uma pequena amostra de meus sentimentos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Loucos dessa vida

Não quero desta vida aquilo,
O que todos esperam e desejam;
Quero ser lembrado;
Não como o que seremos;
Mas como o louco que fui e sou;
Louco sim, pois poucos são os loucos dessa vida;
Loucos por saber, por ver;
Loucos por desejar, estar e ser;
Louco de tantos modos;
Que não seu se sou louco
Mas sou louco para ser louco nessa vida.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Tolos com amor

Não escreverei mais sobre o amor;
Pois dos sentimentos é o mais bruto;
Pervertido na mão do homem;
Possessivo nas mãos de uma mulher;

Sentimento cruel que atordoa;
Bruto, sujo tantas vezes vulgar!
Pois quem nunca foi estúpido ao amar?

Que de tanto amar não soube falar;
Tantas vezes falara descabidamente;
Quem nunca engasgou nas despedidas;
E tantas vezes de admirar foi ao chão;

Mas quantos destes tolos não são doces?
Daqueles que nas trapalhadas são íntegros;
Que mesmo nos maus momentos tem afeto;

domingo, 5 de julho de 2009

Sonhar com o tempo

Fragmentos de sonhos dispersos pelo espaço
Sentimentos tingidos com todas as cores
Pessoas em verdes campos ocupadas
Ocupam-se com pequenas coisas

Sonhos desconexos desfilando no espaço
Alegorias da mente num eterno carnaval
Sentimentos regendo ritmos caóticos
As Cores flutuam no espaço entre sonhos

Sonhos que contam historias dos que se foram
Marcha fúnebre do fluir do tempo no espaço
As cores saem das sombras para a luz
As almas lembradas desfilam tristes

Memórias que são sonhos, sonhos reais.
Caminham em busca dos que esqueceram
Seguem o fluxo do tempo sempre em frente
Mas nas areias do tempo se perdem para sempre

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Fragmentos

Fragmentos desconexos de um ser
Sentimentos inquietos deste meu ser
Fiquem quietos recomponham-se!
Pois ainda haverá ordem neste caos

Impaciência, desejo acalmem-se!
Pois tanto me consomem que sou pó
Vejam que nada sobra do meu ser

Mas dos grãos que restam do meu ser
Há um universo todo para se ver
E deste meu ser finito que é pó, verá...
Que das cinzas renasce um infinito ser