quarta-feira, 10 de junho de 2009

Fragmentos

Fragmentos desconexos de um ser
Sentimentos inquietos deste meu ser
Fiquem quietos recomponham-se!
Pois ainda haverá ordem neste caos

Impaciência, desejo acalmem-se!
Pois tanto me consomem que sou pó
Vejam que nada sobra do meu ser

Mas dos grãos que restam do meu ser
Há um universo todo para se ver
E deste meu ser finito que é pó, verá...
Que das cinzas renasce um infinito ser

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