Não quero desta vida aquilo,
O que todos esperam e desejam;
Quero ser lembrado;
Não como o que seremos;
Mas como o louco que fui e sou;
Louco sim, pois poucos são os loucos dessa vida;
Loucos por saber, por ver;
Loucos por desejar, estar e ser;
Louco de tantos modos;
Que não seu se sou louco
Mas sou louco para ser louco nessa vida.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Tolos com amor
Não escreverei mais sobre o amor;
Pois dos sentimentos é o mais bruto;
Pervertido na mão do homem;
Possessivo nas mãos de uma mulher;
Sentimento cruel que atordoa;
Bruto, sujo tantas vezes vulgar!
Pois quem nunca foi estúpido ao amar?
Que de tanto amar não soube falar;
Tantas vezes falara descabidamente;
Quem nunca engasgou nas despedidas;
E tantas vezes de admirar foi ao chão;
Mas quantos destes tolos não são doces?
Daqueles que nas trapalhadas são íntegros;
Que mesmo nos maus momentos tem afeto;
Pois dos sentimentos é o mais bruto;
Pervertido na mão do homem;
Possessivo nas mãos de uma mulher;
Sentimento cruel que atordoa;
Bruto, sujo tantas vezes vulgar!
Pois quem nunca foi estúpido ao amar?
Que de tanto amar não soube falar;
Tantas vezes falara descabidamente;
Quem nunca engasgou nas despedidas;
E tantas vezes de admirar foi ao chão;
Mas quantos destes tolos não são doces?
Daqueles que nas trapalhadas são íntegros;
Que mesmo nos maus momentos tem afeto;
domingo, 5 de julho de 2009
Sonhar com o tempo
Fragmentos de sonhos dispersos pelo espaço
Sentimentos tingidos com todas as cores
Pessoas em verdes campos ocupadas
Ocupam-se com pequenas coisas
Sonhos desconexos desfilando no espaço
Alegorias da mente num eterno carnaval
Sentimentos regendo ritmos caóticos
As Cores flutuam no espaço entre sonhos
Sonhos que contam historias dos que se foram
Marcha fúnebre do fluir do tempo no espaço
As cores saem das sombras para a luz
As almas lembradas desfilam tristes
Memórias que são sonhos, sonhos reais.
Caminham em busca dos que esqueceram
Seguem o fluxo do tempo sempre em frente
Mas nas areias do tempo se perdem para sempre
Sentimentos tingidos com todas as cores
Pessoas em verdes campos ocupadas
Ocupam-se com pequenas coisas
Sonhos desconexos desfilando no espaço
Alegorias da mente num eterno carnaval
Sentimentos regendo ritmos caóticos
As Cores flutuam no espaço entre sonhos
Sonhos que contam historias dos que se foram
Marcha fúnebre do fluir do tempo no espaço
As cores saem das sombras para a luz
As almas lembradas desfilam tristes
Memórias que são sonhos, sonhos reais.
Caminham em busca dos que esqueceram
Seguem o fluxo do tempo sempre em frente
Mas nas areias do tempo se perdem para sempre
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Fragmentos
Fragmentos desconexos de um ser
Sentimentos inquietos deste meu ser
Fiquem quietos recomponham-se!
Pois ainda haverá ordem neste caos
Impaciência, desejo acalmem-se!
Pois tanto me consomem que sou pó
Vejam que nada sobra do meu ser
Mas dos grãos que restam do meu ser
Há um universo todo para se ver
E deste meu ser finito que é pó, verá...
Que das cinzas renasce um infinito ser
Fragmentos desconexos de um ser
Sentimentos inquietos deste meu ser
Fiquem quietos recomponham-se!
Pois ainda haverá ordem neste caos
Impaciência, desejo acalmem-se!
Pois tanto me consomem que sou pó
Vejam que nada sobra do meu ser
Mas dos grãos que restam do meu ser
Há um universo todo para se ver
E deste meu ser finito que é pó, verá...
Que das cinzas renasce um infinito ser
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Identidade
Olhe nos meus olhos e diga que sou louco!
Veja o meu mundo e diga que é pouco
Toque meu coração e diga que sangro
Olhe nos meus olhos e diga que sou humano
Toque meu corpo, acaso não sou quente?
Em meu peito não bate um coração?
Então o que me faz tão diferente?
Olhe nos meus olhos e diga o que vê
Veja o meu mundo e diga se gostou
Toque meu Coração e diga o que sente
Olhe nos meus olhos e diga o que sou
Veja o meu mundo e diga que é pouco
Toque meu coração e diga que sangro
Olhe nos meus olhos e diga que sou humano
Toque meu corpo, acaso não sou quente?
Em meu peito não bate um coração?
Então o que me faz tão diferente?
Olhe nos meus olhos e diga o que vê
Veja o meu mundo e diga se gostou
Toque meu Coração e diga o que sente
Olhe nos meus olhos e diga o que sou
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Sangue amargo em coração decomposto;
Abandono da alma que me foi imposto;
Mal que corrói a alma, que fere o peito;
Tal verme corrói a carne em seu leito
Mas como na dor achamos à cura;
Se na ferida da alma o mal perdura?
Pois só no tempo se cura a dor da alma;
E com tempo no peito a dor se acalma;
E se na morte a vida se faz nova
Ferida na alma e peito cicatriza
A paixão do meu peito se renova;
Novo amor nas estrelas sinaliza;
No peito a esperança me envolva;
E que na alma meu sonho concretiza;
Abandono da alma que me foi imposto;
Mal que corrói a alma, que fere o peito;
Tal verme corrói a carne em seu leito
Mas como na dor achamos à cura;
Se na ferida da alma o mal perdura?
Pois só no tempo se cura a dor da alma;
E com tempo no peito a dor se acalma;
E se na morte a vida se faz nova
Ferida na alma e peito cicatriza
A paixão do meu peito se renova;
Novo amor nas estrelas sinaliza;
No peito a esperança me envolva;
E que na alma meu sonho concretiza;
terça-feira, 19 de maio de 2009
Quando eu me for...
Quero que meu olho esquerdo fique no leste, para que eu veja o nascer do sol com meu melhor.
Quero que meu olho direito seja posto no oeste, para que que eu veja o poente me despedindo.
Meus pés afundem nas areias voltados para o mar, para me lembrar do que molda o Mundo.
Meu cranio ponham na mais completa biblioteca, para me lembrar do que molda a mente.
Mas meu Coração... cravem na pedra...
pois na Pedra nasci, pela pedra fui moldado e como a pedra virei pó.
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