Não escreverei mais sobre o amor;
Pois dos sentimentos é o mais bruto;
Pervertido na mão do homem;
Possessivo nas mãos de uma mulher;
Sentimento cruel que atordoa;
Bruto, sujo tantas vezes vulgar!
Pois quem nunca foi estúpido ao amar?
Que de tanto amar não soube falar;
Tantas vezes falara descabidamente;
Quem nunca engasgou nas despedidas;
E tantas vezes de admirar foi ao chão;
Mas quantos destes tolos não são doces?
Daqueles que nas trapalhadas são íntegros;
Que mesmo nos maus momentos tem afeto;
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirvocê escreve muito bem! Eu adorei *-* acho que este é o meu soneto favorito, eu ia deixar comenterio antes, mas esqueci ^^
ResponderExcluirÉ isso, continue escrevendo, quero ler mais *-*
beijos